Após enxurrada de ataques da imprensa, Flávio volta a subir e empata com Lula no 2º turno

Imprensa tradicional se revezava, chegando a criar uma matéria por minuto para prejudicar o candidato do PL, favorecendo Lula.  

 Quarta-feira, 01 de julho de 2026 

O presidente Lula (PT) aparece com 47% das intenções de voto em simulação de segundo turno com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que marca 44%, o que significa empate técnico.

Os dados são de nova pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (29), que volta a registrar um empate técnico entre os dois principais pré-candidatos à Presidência.

A diferença entre os dois afunilou de 6 pontos do último levantamento para 3 pontos.

O petista registrava em meados de junho 49%, enquanto o enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tinha 43%.  

A pesquisa foi realizada por telefone, dos dias 26 a 27 de junho, com 2.009 eleitores residentes em território nacional.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o intervalo de confiança, de 95%.

O levantamento está registrado sob o código BR-08521/2026.

Flávio chegou a pontuar a frente do petista no início de junho, mas, uma série de ataques da imprensa tradicional, prejudicou o crescimento do filho do ex-presidente Bolsonaro. 

Matérias quase que a cada minuto, em toda imprensa tradicional, que se revezava entre si, tentava colar o candidato do PL com o Banco Master, algo que analistas entendem como acordo do governo Lula com as empresas de comunicação, para durante este tempo, esconder a verdadeira identificação do Master com o PT, visto que o banco surgiu nas gestões petistas da Bahia, com os ex-governadores Jaques Wagner e Rui Costa, hoje senadores.

Outro escândalo, talvez até maior do que muitos que já vieram a tona, também foi encoberto pela mídia tradicional. Trata se do escândalo do filho do presidente Lula, Lulinha, com o Banco Master, além dos revelados envolvimentos de corrupção com o INSS.

A Polícia Federal (PF) investiga ligação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, com o Grupo Fictor. Esta empresa tentou comprar o Banco Master

Investigações apontam que Lulinha teria atuado como consultor do grupo empresarial. O objetivo principal seria ajudar na aproximação da Fictor com o governo. A PF suspeita que o Grupo Fictor usou esse acesso para facilitar a compra do Banco Master. Após a tentativa de compra, o grupo entrou em recuperação judicial.

Fontes dizem que Lulinha chegou a viajar com representante da empresa para China, onde seu pai, presidente Lula, participava agenda internacional. 

A Polícia Federal chegou a pedir a quebra de sigilo de Lulinha. No entanto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) foi contra. 




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