ABSURDO! Alta cúpula da Secretaria LGBT+ soma mais de R$ 1,2 milhão em despesas com viagens
Relatório revela mais de 190 deslocamentos nacionais e internacionais a partir de 2023
Sábado, 25 de abril de 2026
Registros oficiais indicam que integrantes da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, acumularam despesas superiores a R$ 1,2 milhão com viagens entre 2023 e 2025. As informações constam no Portal da Transparência e em publicações do Diário Oficial da União.
No período analisado, foram contabilizados mais de 190 deslocamentos, tanto dentro do Brasil quanto para o exterior. Os gastos se dividem de forma semelhante entre agendas nacionais e internacionais, sendo que as viagens fora do país somam pouco mais de R$ 600 mil.
Entre os nomes com maior volume de despesas está a secretária nacional Symmy Larrat Brito de Carvalho, que concentra cerca de R$ 558 mil ao longo de 94 viagens. Na sequência aparecem o coordenador-geral de Assuntos Internacionais, Lucas Santiago Vilela, com aproximadamente R$ 275 mil, e o chefe de gabinete Alessandro Santos Mariano, com cerca de R$ 205 mil. Também figura na lista o diretor Hiago Mendes Guimarães, com gastos que giram em torno de R$ 157 mil.
Os deslocamentos incluem destinos como Nova York, Genebra, Amsterdã e Bogotá, além de compromissos em países africanos. As agendas registradas envolvem participação em fóruns internacionais, reuniões multilaterais e eventos ligados a organismos como a Organização das Nações Unidas (ONU).
O volume de recursos destinados às viagens tem gerado questionamentos sobre a aplicação do dinheiro público, especialmente diante de outras demandas sociais consideradas urgentes. Críticos avaliam que os valores poderiam ser direcionados a ações práticas no país, com impacto direto na população.
Em resposta, o ministério afirma que todas as viagens seguem as regras da administração pública e atendem a critérios técnicos. Segundo a pasta, os deslocamentos fazem parte da articulação institucional, da construção de políticas públicas e da representação do Brasil em agendas nacionais e internacionais.
O órgão também sustenta que as participações no exterior contribuíram para parcerias, acordos e iniciativas que, segundo a gestão, auxiliam na formulação de políticas na área de direitos humanos.

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