Assessor de deputada do PSOL é preso por tortura e estupro de adolescentes

 Quinta-feira, 29 de outubro de 2026 

O assessor parlamentar Carlos Alberto Lúcio Bittencourt Filho, que trabalhava no gabinete da deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ), foi preso em 28 de outubro de 2026 durante a Operação NXIVM, deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro

Conduzida pela Polícia Civil (com apoio da 74ª DP de Alcântara e da Corregedoria da PM), a ação visava combater uma rede criminosa de exploração sexual, tortura, estupro de vulnerável e chantagem contra adolescentes na Região Metropolitana do Rio (Niterói, São Gonçalo e Maricá)

Ao todo, oito pessoas foram detidas na operação, incluindo Carlos Alberto Bittencourt, um terceiro-sargento da Polícia Militar (Maurício Douglas Souza das Chagas Moura) e outros investigados. Segundo as investigações, o grupo produzia e armazenava vídeos de violência sexual contra menores para chantagear e controlar as vítimas

As investigações tiveram desdobramentos a partir de julho de 2026, quando outro assessor ligado ao PSOL (Matheus Rodrigues Gonçalves, que atuava no gabinete do vereador Professor Túlio, em Niterói) foi preso acusado de estuprar uma adolescente de 16 anos

Em nota oficial divulgada por veículos de imprensa e plataformas como O Globo, a deputada Talíria Petrone declarou ter sido surpreendida pelo caso.


Taliria tem atuação contrária a punição de estupradores e pedófilos 

A deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) votou e se posicionou contra a emenda que previa a castração química para condenados por pedofilia, durante a votação na Câmara dos Deputados.

Talíria Petrone também votou e se posicionou firmemente contra a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos

O PSOL de Talíria inteiro, em bancada, também votou contra o projeto que aumenta a pena para os crimes de estupro de vulnerável.

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