Internet resgata delação de ex-ministro do Lula, revelando que o PT usou PCC para lavar dinheiro com empresas

O esquema envolveu o uso de propina na compra de imóveis, como um luxuoso apartamento.   

 Sexta-feira, 11 de junho de 2026 

Internautas resgataram matérias em diversos portais de notícias, lembrando que o histórico de envolvimento do PT com o crime organizado, especialmente com o PCC, já foi motivo de delação desde a Operação Lava Jato, uma extensa investigação deflagrada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em 2014, que revelou o maior escândalo de corrupção da história do Brasil, levando a prisão vários empresários e políticos de diversas siglas, principalmente do PT, que teve entre outros, o presidente Lula, que ficou preso por 580 dias numa cela em Curitiba-PR.  

O ex-ministro dos dois primeiros mandatos de Lula Antonio Palocci, que também era um dos maiores amigos do presidente, revelou em delação premiada que o partido dos trabalhadores (PT) teria usado por diversas vezes a facção criminosa PCC “Primeiro Comando da Capital” para lavar dinheiro no Brasil, incluindo o Estado do Ceará.

Segundo foi apurado em uma das partes mais polêmicas da colaboração premiada do ex-ministro dos governos Lula, Antonio Palocci, trata de seu envolvimento direto com integrantes de uma rede de lavagem de dinheiro usada pelo crime organizado orquestrado com apoio da facção PCC.

Pelo Ceará, o PCC foi parceiro de políticos poderosos, bancando-os e financiando-os em campanhas milionárias. O secretário Nacional de Segurança, general Guilherme Theophilo, garantiu, na época, que faria uma investigação sobre essa aliança.

De acordo com o depoimento de Palocci, o esquema envolveu o uso de propina na compra de vários imóveis, como um luxuoso apartamento em Moema, registrado em nome de uma empresa de Gesmo Siqueira Santos. Seu irmão Gildasio Siqueira Santos, já falecido, foi denunciado pelo MP por integrar esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio de postos de combustíveis. Gildásio foi sócio (e inquilino) de Leonardo Meirelles, também sócio do doleiro Alberto Youssef.

Para quem não se lembra, Meirelles foi preso na primeira fase da Lava Jato por causa do esquema do Labogen, que também levou à prisão o ex-deputado petista André Vargas. 

O esquema de labogen foi o de desvio de recursos públicos, fraude fiscal e lavagem de dinheiro envolvendo o laboratório farmacêutico brasileiro Labogen, ocorridos no final do segundo mandato do governo Lula e durante o primeiro mandato do governo Lula.

Essa parte explosiva da delação de Palocci, citando o envolvimento do partido do presidente Lula (PT) com o Crime Organizado, foi enviada na época para Brasília.


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