Homem tenta atravessar o Atlântico no ‘menor barco do mundo’ mas depois de dois dias, desiste e pede socorro

 Quinta-feira, 18 de junho de 2026 

Um marinheiro foi socorrido pela Guarda Costeira Canadense após tentar atravessar o Oceano Atlântico no que chamava de “menor barco do mundo”. Andrew Bedwell, de 52 anos, partiu de Newfoundland, no Canadá, e foi resgatado dois dias após o início do desafio.

O transporte de 1,2 metro de comprimento foi apelidado de Big C Atlantic Challenge e precisou de assistência durante o percurso, fazendo com que o britânico tivesse que pedir socorro às autoridades canadenses.

“Na manhã de sexta-feira, 5 de junho, por volta das 9h30, horário local, a Guarda Costeira Canadense foi informada de que o marinheiro a bordo do Big C Atlantic Challenge, uma pequena embarcação à vela de 1,2 metro, precisava de assistência. 

A embarcação estava a aproximadamente 75 milhas a leste de Grates Cove, Terra Nova e Labrador”, escreveu a Guarda Costeira.

De acordo com os responsáveis pelo resgate, o marinheiro foi retirado da embarcação por volta das 14h do horário local e levado a Old Perlican no navio CCGS Sacred Bay. Já o Big C Atlantic Challenge precisou ser abandonado.

Nas redes sociais, Andrew desabafou que essa foi a última tentativa de quebrar o recorde de atravessar o oceano no menor barco do mundo. 

Ele já havia tentado uma vez antes, mas também não conseguiu completar a missão.

“É com o coração pesado que escrevo este post para informar que, infelizmente, minha segunda e última tentativa não foi bem-sucedida. 

Desta vez, eu me sentia muito mais bem preparado. O barco foi projetado e construído especialmente para mim, eu estava física e mentalmente em muito melhor forma e tinha grandes esperanças de sucesso”, disse o marinheiro.

“Passei três bons dias no mar e tudo estava indo muito bem, eu estava percorrendo uma boa distância e o barco estava navegando fantasticamente. 

No terceiro dia, aconteceu o que só posso descrever como um acidente fortuito, que teria representado um risco para minha vida. 

Decidi que a melhor opção era retornar à costa, já que eu estava apenas no terceiro dia e a 90 milhas de distância, e então, com sorte, poderia fazer pequenos reparos e navegar novamente.”



  R7 Notícias  

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