Em áudio, ex-esposa confessa que fez falsa acusação de violência contra deputado do PL (Vídeo)

Gravação mostra que advogado mandou influencer pedir medida protetiva para  “dar um susto” no ex, o que causou sérias consequências ao deputado.


 Sábado, 07 de março de 2026 

Farsa veio a tona justamente no dia em que a ex-esposa do deputado lançou um livro em parceria com a esquerdista Manuela d’Ávila, intitulado "A Dor Comum”, sobre dores vivenciadas por mulheres, porém, a dor que ela inventou. 

Áudio atribuído à influenciadora e professora de português Cíntia Chagas voltou a circular nas redes sociais neste sábado (7) e reacendeu a polêmica envolvendo a denúncia de violência doméstica contra o ex-marido, o deputado estadual paulista Lucas Bove (PL).

A gravação foi divulgada pelo jornalista independente Ricardo Feltrin e, no trecho compartilhado, a voz atribuída à influenciadora afirma que teria sido orientada a procurar uma delegacia para solicitar uma medida protetiva, o que “daria um susto” no ex-companheiro.

Na conversa, ela conta que “pagou de louca“ e mandou mensagem para a advogada dele, dez e meia da noite, falando que queria o carro na casa dela no dia seguinte, para ele ter ideia de que ela estava surtando.

O advogado dela sugeriu que ela fosse à Delegacia da Mulher e pedisse uma medida protetiva contra o ex-marido: “além de ser bom pra você, vai dar um susto nele”.

O caso entre Cíntia Chagas e Lucas Bove ganhou grande repercussão pública em 2024. Na época, a influenciadora registrou boletim de ocorrência acusando o deputado de violência doméstica e psicológica durante o casamento, que durou poucos meses. O parlamentar nega as acusações.

Cintia e Lucas Bove se casaram em 2024 numa união que durou apenas 3 meses, quando ela decidiu pela separação.

Após a denúncia, a Justiça concedeu medidas protetivas à influenciadora. Esses instrumentos, previstos na Lei Maria da Penha, podem ser aplicados de forma urgente para proteger possíveis vítimas, incluindo proibição de contato, afastamento do lar e outras restrições, mesmo antes da conclusão de investigações policiais.

Em 2025, o caso avançou na esfera investigativa com o indiciamento do ex-marido pela polícia. Já em fevereiro deste ano de 2026, a disputa judicial ganhou novos capítulos: a Justiça de São Paulo aceitou uma queixa-crime apresentada por Bove contra Cíntia Chagas por calúnia, injúria e difamação, após o deputado afirmar ter sido alvo de “linchamento moral” nas redes sociais, o que teria o prejudicado principalmente pelo fato de ser uma pessoa pública.

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