SBT amarga queda na audiência e avalia mudanças urgentes na grade de programação
Queda da audiência está sendo atribuída ao palanque que as filhas de Silvio Santos deram a Lula e Alexandre de Moraes, em evento do SBT News.
Quinta-feira, 05 de fevereiro de 2026
O SBT enfrenta um momento delicado em sua audiência e já prepara novas mudanças na grade de programação para tentar reverter o cenário.
Dados recentes indicam que a emissora tem registrado baixos índices em diferentes faixas horárias, inclusive em programas tradicionais, que não conseguiram reagir mesmo após alterações de formato e horário.
A queda tem sido observada tanto no entretenimento quanto no jornalismo, com atrações que chegaram a marcar algumas das piores médias de audiência da história recente da emissora, especialmente na Grande São Paulo.
O desempenho fraco preocupa a direção, já que afeta diretamente a competitividade do canal frente às principais concorrentes da TV aberta.
Diante desse quadro, o SBT iniciou um processo de reformulação da programação. A estratégia inclui ajustes estruturais na grade, reforço do jornalismo, retomada de marcas clássicas da emissora e a aposta em conteúdos voltados ao público familiar.
A direção também avalia cortes e reposicionamentos de atrações que não alcançaram o retorno esperado.
Internamente, o momento é tratado como uma fase de reposicionamento, em meio a um cenário mais amplo de mudanças no consumo de televisão aberta e de forte concorrência com outras emissoras e plataformas digitais.
A expectativa é que as novas alterações ajudem o SBT a recuperar parte do público perdido e fortalecer sua identidade nos próximos meses.
A queda da audiência está sendo atribuída ao fato do Grupo haver lançado o SBT News em cerimônia que deu palanque a políticos e autoridades ligadas ao PT, que sempre foram inimigos de Silvio Santos, fundador e criador do Grupo SBT e outras empresas hoje de posse da família.
Entre os nomes que não foram digeridos pelos fãs do empresário, estavam o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), o então ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, os ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, a primeira-dama Janja da Silva e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que em 1989 comemorou haver conseguido afastar a candidatura de Silvio Santos à presidência da República, e atacou a integridade moral do empresário e da família, quando ele lançou candidatura tardia, mas, crescia dia a dia, e os indicativos eram de que Silvio Santos seria eleito presidente da República, caso Lula e a esquerda não tivesse perseguido sua candidatura na Justiça eleitoral.

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