Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do DF diz que foram traídos por Lula
Nota diz que Emmanoel Rondon se diz técnico, mas cumpre o papel de fantoche do petista Rui Costa, o capitão do mato do Governo Lula.
Quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
O Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Distrito Federal (Sintect/DF) divulgou nota nas redes sociais nesta quarta-feira (28) afirmando que Lula traiu os trabalhadores que votaram em peso no Petista em 2022.
Na nota, o Sindicato diz que uma decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, atendendo a um pedido da direção dos Correios, suspendeu direitos essenciais conquistados pelos trabalhadores após intensa luta no final do ano passado (2025). A liminar, proferida na última segunda-feira (26), suspende cláusulas da sentença normativa, incluindo pagamentos de vale-alimentação extra, gratificação de férias e, inclusive, o plano de saúde.
A nota continua dizendo que a resposta da categoria já está em curso! A Fentect reuniu-se nesta terça-feira (27) com os sindicatos e a assessoria jurídica para traçar uma estratégia jurídica e política de combate a este novo ataque, e que, em breve, será divulgado um calendário de mobilização e luta.
O sindicato chama a ação da empresa de uma facada nas costas da categoria. Os trabalhadores dos Correios se sentem traídos por essas ações do Governo. O Presidente Lula chegou ao poder com o voto massivo dos trabalhadores, com o discurso de defesa dos direitos da classe trabalhadora, mas que, dentro dos Correios, adota práticas que retira direitos históricos da categoria.
Segundo o Sindicato, a direção dos Correios, indicada pelo Presidente Lula, preferiu abandonar o diálogo e partir para o ataque aos trabalhadores. Foi assim quando encerrou as negociações da campanha salarial e partiu para o TST, e, após obter um resultado desfavorável no dissídio coletivo, resolveu recorrer ao STF. Emmanoel Rondon se diz técnico, mas cumpre o papel de fantoche de "Ruim" Costa, o capitão do mato do Governo Lula, diz a nota, em referência ao ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT).
Por fim, a nota afirma que foi na luta da categoria que resultou na mobilização incansável que garantiu, na Justiça do Trabalho, a manutenção de direitos que a empresa queria retirar. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) não criou nada novo; apenas impediu perdas, diante da absoluta intransigência da direção. Agora, essa mesma direção, com o aval do Planalto, sob comando de Lula, usa o Supremo para tentar confiscar o que pertence a classe por direito e por luta, finaliza o Sintect/DF.

Nenhum comentário