Após depoimentos contraditórios, Cabo Gerson é visto em bar e pode ser preso

Cabo foi visto em bar e pode ser preso por descumprir cautelares


O Ministério Público de Mato Grosso (MPE) pediu nova prisão contra o cabo da Polícia Militar em Mato Grosso, Gerson Corrêa Júnior, por descumprimento de medidas cautelares. Ele é réu no processo originado do esquema de interceptações telefônicas clandestinas que ficou conhecido como “grampolândia pantaneira” e nos últimos dias delatou a participação de políticos no esquema.

O PM foi visto, segundo o MPE, no bar Malcon Pub, localizado na avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, durante a madrugada do dia 31 de agosto. Conforme relatado, na mesma data constam diversas falhas no relatório de monitoramento.

O juiz Murilo Moura Mesquita, da 11ª Vara Criminal Especializada em Justiça Militar de Cuiabá, determinou que um oficial de Justiça se desloque ao estabelecimento para apurar sobre os fatos. Circuito interno de segurança deve ser inspecionado com o objetivo de reunir provas.

No dia 13 de setembro, Murilo Moura notificou a defesa do cabo Gerson. Prazo de 2 dias foi estabelecido para o advogado Neyman Monteiro apresente justificativa sobre a suposta violação de medida restritiva.

Gerson Corrêa assumiu nas últimas audiências ser o operador no caso dos grampos,  sempre contradizendo suas próprias falas a cada audiência, onde deixa no ar certas dúvidas se quer falar a verdade ou se está em campanha para algum candidato, visto que oras fala que alguns políticos estão envolvidos, oras diz que supõe-se que os políticos estejam envolvidos. O certo até agora, é apenas a a sua confissão. O crime foi cometido na modalidade barriga de aluguel, quando nomes de pessoas não investigadas são inseridos em requerimentos de quebra de sigilos telefônicos contra investigados.


Com informações do GD


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